domingo, 19 de outubro de 2008

Fim

Bem é preciso saber entender e aceitar, é preciso reconhecer que tudo acaba, é preciso saber que estas ao rumo final. Mesmo que seja horripilante a idéia de jogar fora no lixo mais próximo as lembranças e todo aquele amor. Mas faz parte assim como fechar uma janela, assim como fechar uma porta, assim como dar adeus é necessário terminar histórias.
Podemos dar mil nomes, alguns diretos que podem até a vim a ofender outros bunitinhos só pra amenizar a dor do fim, mas a questão é deixar no passado o que já passou e aconteceu, o negócio é não deixar o passado contaminar seu futuro.É preciso saber que tudo chega num final.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Acredite na Terra




















(...) " A aprendizagem da realidade sem rosto é dolorosa, assusta (porque destrói o ego) mas é uma aprendizagem que se faz "(...)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Afro-Caribenha

25 de Julho

Dia da mulher Afro-Latino-Americana e Afro-Caribenha
Comemora-se hoje o Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana e Afro-Caribenha. A data foi instituída em 25 de julho de 1992, durante o primeiro Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, ocorrido em Santo Domingo, capital da República Dominicana, como o início de uma sinergia de esforços das mulheres afro-descendentes na luta contra a discriminação, preconceito e violência, de que ainda são vítimas.

Em alusão à data, a Prefeitura de Diadema, no Estado de São Paulo, em parceria com várias entidades do Movimento Negro, vem realizando uma série de actividades políticas, culturais e recreativas, com destaque para o evento do sábado passado (21/07), na Fundação Florestan Fernandes, que contou com a presença do Vice-Prefeito da Cidade, Joel Fonseca, e da Consulesa da África do Sul, Olitha Lebelo, e demais personalidades.

No seu discurso, o Vice-Prefeito Joel Fonseca, que é o primeiro negro a assumir o cargo mais alto no Executivo do município, disse ter consciência de que as políticas afirmativas ainda não são consenso entre o Movimento Negro, mas defende a política de quotas como um meio de reparação de danos causados à população negra pela escravidão.

Para a representante da organização feminina Fala Preta, Deise Benedito, “o racismo impede que as mulheres negras ocupem espaços de maior responsabilidade e visibilidade na sociedade”, enfatizou ela.

Para a Consulesa Olitha Lebelo, “é tempo de as mulheres se levantarem para a conquista de seus direitos como negras. Não se limitem a se sentar na cozinha. Saiam em busca de vossos direitos!”, desabafou.

Perguntada sobre a situação da mulher negra sul-africana no período pós-apartheid, disse que a situação tem melhorado consideravelmente: “As mulheres têm buscado seu espaço na sociedade, aumentado o seu nível educacional, participando da política, inclusive no Parlamento, em negócios públicos e privados”, afirmou a diplomata.

Neste 25 de julho, as mulheres negras redobram os seus esforços na luta contra todo tipo de discriminação, buscando um mundo solidário, mais tolerante e compreensível.

Fonte: http://www.folhadeangola.com/noticia.php?id=76

B. O Via Internet

A Secretaria de Estado e Segurança Pública e Defesa Social (SESP) permite realizar um Boletim de Ocorrência (BO) via Internet.

http://www.delegaciaonline.sesp.es.gov.br/


Mas lembre-se Denunciação Caluniosa

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Art. 339. Dar causa a instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa , inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 8 (oito) anos, e multa.

domingo, 27 de abril de 2008

Marguerite Duras

Marguerite Donnadieu, também conhecida como Marguerite Duras.
Escritora na qual em suas obras o principal elemento notavel é a perplexidade, questionando sempre as experiências e mal-estares do homem na sociedade. O mais interessante é que nota-se com facilidade que está nunca cita nome aos personagens, talvez seja porque assim eles se tornam muito mais interessantes, ou simplesmente porque estes são importantes e tiveram grande relevância para ela, porém elas nunca os nomeiam para estes talvez não se valgloriarem. Uma boa para notar-se é no romance O amante no qual ela só cita o nome de um dos irmãos. Em suas obras mesmo que estas fossem baseadas nas vivências e dia-a-dia dela ela sempre utiliza a terceira pessoa.
Uma grande fraqueza dita por esta foi a um caro leitor que perguntara a ela porque ela bebia, esta responderá porque existe homens que me fazem beber. Tal fala foi vista por todos como algo nada feminista, como fraqueza dela em relação aos homens, os mesmo o qual ela se envolvera e dizia nao ama-los.

O Esplendor da Heterossexualidade, pelo Desejo

Somos um objecto, na paixão, totalmente submissos, sem poder prever os golpes que sofremos; aí reside a grandeza, a loucura, o assombro da paixão.
Para mim, o desejo só pode ter lugar entre o masculino e o feminino, entre sexos diferentes.
O outro desejo é um autodesejo, é, para mim, como que o prolongamento da prática masturbatória do homem ou da mulher. O esplendor da paixão, a sua imensidade, o seu sofrimento, o seu inferno, reside no facto de só poder verificar-se entre géneros irreconciliáveis, o masculino e o feminino. Tanto a paixão como o desejo.
Os casais homossexuais são muito mais estáveis do que os casais heterossexuais, porque na homosexualidade há uma prática simples e cómoda do desejo. A prática heterossexual é ainda selvagem, é ainda a floresta do desejo.
Na prática homossexual não creio que exista esse fenómeno de posse que existe na heterossexual. Na prática homossexual existe uma espécie de intermutabilidade do prazer, as pessoas nunca pertencem na homossexualidade como pertencem na heterossexualidade.
É um inferno não se poder escapar ao desejo de uma pessoa, é a isso que eu chamo, quando a mim, o esplendor da heterossexualidade. (Mundo Exterior)

sábado, 8 de março de 2008

Dia internacional da mulher


8 de março, dia internacional da mulher, em vez de festejar nós deveriamos estar de LUTO e sair machando pelas ruas, talvez em alguns lugares ate em silêncio.
Como vamos sair por ai marchando por regras e valores quando deviam fazê-lo por todas as mulheres. Mulheres da terra que sofrem na pele toda a espécie de dores afrontas e violência ou qualquer forma de destruição .
Os dias são manchados pela guerra e violação das mulheres inocentes, pela desigualdade entre os sexos de todo o mundo porem quando se trata disso grande parte das multidões são indiferentes!
Comemoraremos sim quando a mulher ter seu devido valor, quando ela não for mas o tapete do marido. Vale mais a palavra de um futebolista nojento ou de um qualquer político corrupto exatamente aquele que desvia o seu dinheiro, mas vale a palavra de qualquer homem neste mundo do que a de uma mulher prostituta ou em alguns casos daquela mãe solteira. Por mais inocente que seja a mulher será sempre castigada !

O vies patriarcal nas leis

Se voce parar para pensar os legisladores na grande maioria homens, tem a tarefa de escrever leis, visto isso podemos comprovar que as nossas leis não foram escritas por nenhuma feminista, e sim escritas por homens que deixaram o sistema patriarcal interferir nas edições.
No momento em que as mulheres tiveram acesso à cultura é que puderam revelar o seu universo: a submissão que lhe foi imposta e a violência que a sempre foram submetidas. Ainda que algumas coisas tenham ficado um pouco mais amenas, a violência doméstica e o assustador índice de relações incestuosas mostram que efetivamente os homens ainda possuem privilégios.
Os homens fizeram as mulheres acreditarem que eles eram o sexo forte e elas o 2º sexo, e impuseram a elas e aos filhos submissão e a obediência. Também se reservaram o livre exercício da sexualidade, antes e fora do casamento, enquanto à mulher exigiram a virgindade como prova de pureza, tanto que podiam até anular o casamento por ausência de tal virtude, o que configurava erro de pessoa.
Assumiram o poder. Tornaram-se os fazedores da lei e seus aplicadores.Claro que acabaram se protegendo e o resultado todos sabemos qual é: invisibilidade deste tipo de delito e a conseqüente impunidade dos seus autores.
Sendo assim as leis favorecem o lado dos homens e não das mulheres. Parando para pensar essas leis são bem infraconstitucionais visto que o art 5º CF preve no seu disposto que homens e mulheres são iguais. A ideia de igualdade somente fico na idéia nunca saiu a pratica

As relações extra-matrimoniais do homem.

Ler com atenção o artigo “privilégios masculinos”, de autoria da Desembargadora do Tribunal de Justiça do RS, Dra. Maria Berenice Dias, publicado no Intelligentia Juridica , setembro de 2005 (número 55, ano IV). Deixa qualquer um sem reação a tamanho absurdo

Segundo entendi mostra-se a autora inconformada com aquilo que denomina ser um privilégio dos homens, de manter relações extra-matrimoniais e até gerar filhos destas relações (anteriormente chamados adulterinos ou ilegítimos), sem qualquer conseqüência, imunizados que estariam pela lei, o que conclui tratar-se de “prerrogativa masculina de manter duplo relacionamento: as chamadas uniões concubinárias, adulterinas, espúrias ou concubinagem”.

Esta parte eu entendi. O que não me ficou claro é o que poderíamos chamar de uma espécie de relação extra-matrimonial unipessoal, e muito menos aquilo que me pareceu corresponder a uma tipo de geração espontânea, tal como Gaia, na mitologia grega, e a virgem Maria, no catolicismo.
Ao que me parece, a traição extra-matrimonial não se opera por vontade exclusiva do homem, ou será que ele consegue trair sua esposa e ainda gerar filhos “adulterinos” sozinho?
Aqui, então, o dilema filosófico fundamental que transforma a indignação da ilustre magistrada em um mero sofisma: para que haja traição matrimonial há que existir, pelo menos, dois traidores, o cônjuge (homem ou mulher) e o parceiro adulterino (mulher e homem, não necessariamente nesta ordem e combinação).

Acertadas as premissas da indagação e assim posta a questão em termos filosoficamente corretos, passo então à análise da proposição e me pergunto, em primeiro lugar, o que efetivamente reclama o artigo? Que as mulheres também possam trair impunemente? Ou, quem sabe, que aquelas co-participes da traição – as concubinas assumidas – sejam “absolvidas” e adquiram a “possibilidade de receberem alguma coisa por uma vida inteira de dedicação a quem havia lhe jurado fidelidade...”?
Sem dúvida nenhuma deparamo-nos com um dilema ético profundo, que se mostra ainda mais preocupante quando proveniente do raciocínio de um magistrado que decide os rumos das famílias em litígio.

Ademais, preocupa também o claro caráter punitivo expressado nesta opinião. Não é na chamada “guerra dos sexos” – normalmente perpetrada por aqueles sexualmente mal resolvidos – que repousa a solução do problema; porque todos os “ismos” são perniciosos – estas construções no entorno da fraqueza e da miséria humana – muito mais quando visam levar as coisas ao extremo absoluto do conflito, como no caso do machismo vs. feminismo.

Não chegaria eu, por exemplo, ao extremo de corroborar a opinião de um grande filósofo do século IX, que baseado em HESÍODO (Teogonia, 590-602), sentenciou a supremacia intelectual das mulheres sobre os homens: “Um indício da sagacidade das mulheres é que em quase toda parte elas souberam como se fazer sustentar, como zangões na colméia. Pensemos no que isto significa originalmente e por que os homens não se fazem sustentar pelas mulheres. Certamente porque a vaidade e a ambição masculinas são maiores que a sagacidade feminina; pois as mulheres souberam assegurar para si, através da submissão, uma forte vantagem e mesmo a dominação. Até a guarda das crianças pode originalmente ter sido usada; pela inteligência das mulheres, como pretexto para se furtar o quanto pudessem ao trabalho. Ainda hoje, quando realmente trabalham, como donas-de-casa, por exemplo, elas sabem fazer disso um desconcertante alarde; de modo que o mérito do seu trabalho costuma ser enormemente superestimado pelos homens.”
Um pouco exagerado, tanto na sagacidade como na crueldade femininas (especialmente no que respeita aos filhos), damos o devido desconto em face da época em que isto foi escrito – vários séculos antes de Cristo – e reproduzido – século IX. Mas será que algum fundo de verdade não há neste entendimento para que perdure por tanto tempo?
Tentem, por exemplo, cogitar de alimentos da esposa ao marido; ou da cônjuge-mulher ser compelida a sair de casa nos casos de separação de corpos. Cogite-se de que a guarda dos filhos fique com o cônjuge-varão, quando este não seja o desejo espontâneo da mulher. Hipóteses incomuns nos Tribunais, compostos pela maioria de homens. Não seria isto uma espécie de privilégio? Ou será que todas as esposas são fiéis? E não me refiro à fidelidade sexual, mas ao amparo à família, ao companheirismo quando o marido, por exemplo, não pode mais bancar certos confortos e luxos a que se habituara a esposa.

Ademais, provavelmente se referindo o artigo em exame aos conhecidos casos em que, após a morte do varão, a concubina nada recebe de seu espólio, não se pode deixar de lembrar que no pólo oposto destes litígios encontramos, normalmente, outra mulher: a esposa legítima.
Nem tanto ao mar nem tanto a terra, as mazelas comportamentais não são “prerrogativas” dos homens, nem das mulheres; são inerentes à miséria e às fraquezas humanas.
A questão que se coloca é porque devem somente os homens pagar por seus erros? Na falta de companheirismo, de fidelidade nas horas difíceis, também não haveria a “culpa feminista”? Mas afinal, que ética é esta que só reclama direitos? Talvez Hesíodo estivesse certo, talvez não ...
Pondo em pratos limpos, o que particularmente penso a este respeito é que cada um, homem e mulher, tem seu papel bem definido na natureza e na sociedade, sendo reprovável qualquer tipo de segregação – inclusive dos homens – e mais ainda condenável a equiparação, porquanto diferentes orgânica e psiquicamente, é justamente nesta singularidade que repousa a beleza e a perfeição da raça humana.
Enquanto a honra se constitui a característica psicológica marcante do homem, a doçura é o ponto forte da mulher. Desta combinação resulta que, tanto mais doce a mulher e mais honrado o homem, mais submisso se torna o cônjuge-varão, mais profícua a relação. Da perfeita sinergia destes elementos surge o amor, que é o elo de união entre os sexos opostos e a certeza da preservação da raça humana.
Assim foi e sempre será, embora, infelizmente, a maioria das mulheres não conheçam sua verdadeira força – a doçura. A partir deste desconhecimento, para dizer o menos, na década de 60 nasceu o feminismo, que pariu o “homem machista” e por coincidência ou não, concomitantemente agravou-se a degradação das relações familiares.

Posta a questão estes termos, conclui-se que a relação extra-matrimonial pode se fundar na ausência de qualquer dos dois elementos, ou ambos: a aspereza da mulher, que repele o homem; e/ou a fraqueza deste que, não cativado e/ou simplesmente desprovido de honra, busca relações concubinárias para satisfazer seu principal defeito – a vaidade masculina.
A defesa pura e simples da punição do cônjuge (no caso o varão), adúltero ou não, baseada em princípios “feministas” ou “machistas”, nada mais externa do que indícios de enorme frustração pessoal, que em nada contribui à construção das relações familiares, e muito menos à solução de controvérsias no âmbito do Direto de Família. Fico de fato chocado e perplexo ao ouvir este pensamento de parte de um magistrado.

Para concluir, remeto a questão à sabedoria popular atribuída aos mineiros, segundo os quais, “enquanto no Rio Grande do Sul se diz existir só ‘nego macho’, lá em Belo Horizonte nós somos metade homens, metade mulheres, e nos damos muito bem”. (Porto Alegre, 05 de outubro de 2005).
Escrito por: Rober Barbosa de Carvalho 31 jan
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Isso prova o quanto o Direito é um teatro enganoso: um magistrado faz toda essa volta pra dizer o que um pedreiro resume muito bem numa grosseria ou num assobio

O direito de trair do homem



“Um homem pode ter dois, talvez três casos enquanto está casado. Mais do que isso é enganar” (Ives Montand).

A traição já foi considerada crime passível de apedrejamento, morte e humilhação social, quando mulher trai seu marido. Porem nunca ouvi um relato de situação inversa e você?

O art 240 do Cod. Penal diz q o adultério ainda é um crime contra a família e o casamento.Se um dos cônjuges mantém relação sexual com uma terceira pessoa, fica sujeito a uma pena de quinze dias a seis meses de detenção.Mas para ser aplicada tal pena é necessario provas em flagrante e denuncia-lo dentro de 1 mês. A traição pode ser o motivo de uma reparação de dano moral.

Todos falam que temos direitos iguais mas o homem no caso de traição não perde nada, porem a mulher perde a guarda dos filhos e o direito a pensão.

Infelizmente o Homem sempre sai pela tangente sem sofrer quais quer problema, desde civil até difamação.

Liberdade de expressão


Nao precisa ser nenhum dominador de leis pra notar a realidade atual, parece que estamos revivendo o passado.

Embora acreditemos que vivemos num sistema político democrático a democracia está tão longe de ser uma realidade quanto estava no passado.
não nos distanciamos em quase nada de um sistema político análogo a uma monarquia constitucional, onde embora não exista a personagem magnificente de um rei, existe porém a camara dos lordes que legislam a qual nos cidadãos elegemos para nos representar.

Acontece que, a camara dos lordes continua a legislar por todos nós sem nos consultarem as ideias.
E, quando ousamos levantar a voz e fazer uma ou outra pergunta "inconveniente" capazes são de nos amarrar as mãos e nos calar a boca com a fantástica tecnologia que vamos nós próprios inventando para "lhes" meter nas mãos.

Esta é a nossa realidade AQUELES que DEVERIAM ouvir o POVO, nm os deixam se expressar.
(Baseado em antropo-reflexoes, dir constitucional Paulo Dantas)







* Nota link da comunidade no orkut http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=40966021

A idéia de morte civil da mulher



A idéia de morte civil da mulher, vem de seu confinamento na família, de sua condenação aos afazeres domésticos.
A mulher continua sendo a escrava do lar, ápesar de todas as leis liberadoras, porque esta debilitada, oprimida,embrutecida,humilhada pelas pequenas tarefas domésticas que a convertem em cozinheira e cuidadora de crianças, que desperdiçam sua atividade em um trabalho improdutivo,mesquinho,enervante, embrutecedor e fastidioso. (decretos de Lenin).

Os homens alegam que as mulheres são fragéis delicadas, mas suas mãos de fadas não so fazem a comida e lavam a roupa, mas limpam restos, mexem no lixo,lavam privadas e ainda temos que BATER uma PUNHETA para eles.
Se todos alternam-se as tarefas, nenhuma seria humilhante, mas se o pó, a sujeira e o lixo são destinados a mulher, pq nasceu mulher, a INJUSTIÇA é flagrante. E a mulher perde sua vida com essa desigualdade costumeira de nossa sociedade.








* Nota: criei comunidade no orkut tambem http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=40696347

Diga não a violencia a mulher


Lei de combate à violência contra a mulher (Lei 11.340/06), também conhecida como Lei Maria da Penha

Mas alguém pode perguntar: por que uma lei de proteção às mulheres?'

A situação da mulher é diferente da de outro grupos ou classes sociais oprimidos, a mulher constitui cerca de metade da população, em alguns casos ela é explorada e oprimida.

A razão de ser da promulgação de lei específica se deve à longa opressão sofrida pela mulher durante milênios. Não é mais tolerável que, em pleno século XXI, a mulher não seja tratada com dignidade, principalmente no âmbito das relações familiares.
O desequilíbrio de poder existente entre os sexos é o fato de a mulher ganhar menos que o homem ao exercer o mesmo tipo de trabalho. Porém, a face mais cruel dessa desigualdade está na violência doméstica perpetrada em nome de pretensa superioridade machista.

O Estado de Polícia ainda continua reinando

Clovis Rodrigues Filho explica da seguinte forma :

Polícia significa etimologicamente administração ou governo, de modo que o Estado de Polícia é aquele regido pelas decisões do governante.
O paradigma de que as câmeras que são instaladas nos centros urbanos são, efetivamente, para flagrarem os cidadãos infratores é no mínimo, contraditório. De um lado auxilia ao combate à criminalidade, Oxalá! Por outro viés é também um modo de que o Estado de Polícia dispõe para vigiar. Imagine uma classe de servidores públicos realizando uma manifestação por melhores salários. Ora, claro, evidente e lógico que ficará muito mais fácil para o Estado descobrir quem são “os cabeças” da legítima manifestação, para daí, vir a devida e exemplar punição.
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A questão é que esse Estado ele entra em contradição com a Constituição de 1988 a que vigora nos dias atuais ela foi um grande divisor de águas para o estabelecimento de direitos e garantias a todos os cidadãos brasileiros, colocando freios à arbitrariedade governamental. Porem o governo não anda seguindo ela ao pé da letra e sim anda infligindo direitos e garantias fundamentais asseguradas por ela.

Sera que so Iraque que vive uma guerra civil?

O Brasil precisa de mudanças. A própria sociedade vê e observa, mas não tem participado ativamente destas mudanças. Afinal, até quando iremos chorar os 50 mil mortos por ano no Brasil, dados de 2006, que em tese não está em guerra, enquanto que no Iraque, que oficialmente se encontra em guerra civil declarada no ano de 2006 morrerão 36 mil pessoas. Muda Brasil!
Para a sociedade, só há um tipo de violência..
Eles não enxergam a miséria, a desigualdade, a falta de moradias etc...
Todos vemos e observamos, alguns tentam fazer algo, mais nem sempre são ajudados..As pessoas vêem o que querem, por isso temos de agir, para abrir os olhos destas pessoas, assim como abrimos os nossos...
No brasil vivemos uma guerra diariamente, não podemos ser o que queremos,uma sociedade hipócrita que te condena pelo que tem e não pelo que és...

Bandeira preta brasileira


O verde praticamene já esta se acabando com tanto desmatamento e queimadas.
O amarelo nem existem mais pois já roubaram a tempos.
O azul a poluição acabou deixando cinza.
Porque uma bandeira colorida?

Não há militares, mas há civis



Durante o regime militar, foram presos vários jornalistas e políticos que se manifestaram contra o regime. Os meios de comunicação demonstravam que o caminho seguido pelo regime era o correto.
Havia a censura que impedia a visão dos problemas brasileiros. O rádio, a televisão e os jornais, só mostravam notícias e pontos positivos.
Exatamente o que esta acontecendo nos dias atuais, so que regime militar acabou-se e em seguida INICIA-SE O REGIME CIVIL que vemos atualmente.

Nosso código de processo penal é inspirado no facismo italiano, sendo que os facistas faziam leis cheias de direitos aos reús com excesso de recursos gerando impuindade como se pedir em juízo fosse praga burguesa.
O regime hoje nao é militar, mas existem os CIVIS.
Pior existem ate magistrados capazes de fazer muito mais contra os DIREITO INDIVIDUAS que nem mesmo DITADURA com todo o seu amparato autoritario e anti-juridico chegou a propor a limitaçao do habeas corpus ou proibir os reus de recorrer.
Sendo assim deveria-se queimar constituiçao?


*Nota: criei comunidade no orkut- http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=38517185

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O casamento


O casamento nada mais é do que o Sequestro do Utero, foi isso que eu li e repito aqui do blog de igaci. O patriarcado criou o casamento para seqüestrar o útero da mulher e mantê-la sempre sob a autoridade do homem. O que me deixa intrigada, foi que o objectivo primordial do casamento nunca foi a felicidade dos cônjuges e muito menos da mulher, uma vez que antigamente a mulher nem podia escolher com quem ia se casar e como ele se transformou nesse ideal romântico de hoje em dia, onde os dois se casam e 'vivem felizes para sempre'. Será que em algum momento, a mulher poderia enxergar a realidade da sua prisão e aí criou-se essa idealização romântica para continuar mantendo a mulher refém dessa ilusão de amor e felicidade que nunca se concretiza?

O aborto


Vc tem duas opçoes deixar a mulher escolher, ou simplesmente a proibir de abortar. Mas lembre-se ela abortara essas crianças na sociedade.

"Se os homens ficassem grávidos, o aborto seria um sacramento.",Mulheres que abortam são mulheres maculadas, mulheres que ousaram trair o papel que lhes é destinado: úteros dentro do casamento para gerar filhos só para seus maridos. A Igreja sente horror só de pensar nisso, afinal foram séculos incutindo a idéia da pureza feminina estar ligada à virgindade e o sexo só pra procriação, já que esta mesma sociedade de moral cristã, já tinha separado entre as mulheres aquelas que serviriam ao prazer dos homens e passariam a vida sendo apontadas como tendo a conduta a ser rejeitada pelas outras que seriam as filhas de Deus e da Igreja. A mulher tem que ter garantido o seu acesso aos métodos contraceptivos e a fazer um aborto, quando assim optar, dentro de condições mínimas de saúde para que não seja vítima de nenhuma seqüela ou até da morte. As mulheres não devem ser punidas por exerceram seu direito à uma vida sexual ativa. O corpo é da mulher e o útero também. Temos direito à liberdade de escolha

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O falo